FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz

PROGRAMA INTEGRADO DE ESQUISTOSSOMOSE DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (PIDE)

    A história do Programa Integrado de Esquistossomose da Fundação Oswaldo Cruz (PIDE/FIOCRUZ) remonta a 1986. Naquela data a Organização Mundial da Saúde pelo seu Chefe do Programa de Doenças Parasitárias, Dr. KE Mott indicava a Fundação Oswaldo Cruz como Centro Colaborador da OMS para pesquisa básica e aplicada em esquistossomose inclusive apoiando financeiramente algumas atividades. Em abril de 1986 Dr. Carlos Médicis Morel, então Vice-Presidente de Pesquisas da FIOCRUZ, delegou ao Dr. Naftale Katz “a tarefa de coordenar a aplicação dos recursos, ficando sob sua responsabilidade, definir as metas prioritárias e sua destinação e a elaboração do relatório final à OMS” (Katz 1986). Após consultar vários colegas que se dedicavam ao estudo da esquistossomose, na FIOCRUZ, ficou acertada a realização de uma reunião na qual seriam apresentados os trabalhos que vinham sendo desenvolvidos nas várias unidades. Muito pouco se sabia sobre quem e quais eram os estudos sobre esquistossomose desenvolvidos na FIOCRUZ. A 1ª. Reunião dos Pesquisadores em Esquistossomose da Fundação Oswaldo Cruz ocorreu no período de 11 a 12 de setembro de 1986 em Belo Horizonte, financiada com os recursos alocados pela OMS e com as presenças do Dr. Sérgio Arouca, então presidente da FIOCRUZ e do Dr. Carlos Médicis Morel. Nesta reunião participaram pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (Rio de Janeiro), e dos três centros regionais: Centro de Pesquisas René Rachou (Belo Horizonte), Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (Recife) e Centro de Pesquisas Gonçalo Muniz (Salvador)

    No ano seguinte (1987) foi realizado, no Rio de Janeiro, no período de 25 a 30 de outubro, o Simpósio Internacional sobre Esquistossomose em conjunto com o I Reunião Nacional de Esquistossomose, organizados pelos Drs. Mirian Tendler, Pedro Jurberg, Henrique Leonel Lenzi e Delir Corrêa Gomes. Este simpósio tornou-se o evento mais importante em esquistossomose no mundo. As dificuldades eram muitas e como disse Katz em sua publicação em 2006: “It is interesting to note that this International Symposium was not mentioned as the first one, contrary to the I National Meeting, since we did not know whether we would be able to promote another one in the near future. Today we have already organized ten international symposia, without interruption, with a great and crescent participation of Brazilian and foreign researchers.” Ainda em 1987 é publicado o primeiro suplemento das Memórias do Instituto Oswaldo Cruz com 69 trabalhos completos apresentados durante o evento. Desde então seguiram-se dez Simpósios Internacionais realizados de dois em dois anos alternando entre as cidades de Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

    Intercalados com os Simpósios e, também de dois em dois anos, foram realizadas 11 reuniões dos pesquisadores da FIOCRUZ que trabalhavam com esquistossomose. A segunda reunião foi realizada em Teresópolis (RJ), com a presença do Dr. Carlos Morel, e coordenação dos Drs. Naftale Katz (Centro de Pesquisas René Rachou), Mirian Tendler e Otavio Pieri (Instituto Oswaldo Cruz) e a presença de 36 pesquisadores da FIOCRUZ que se dedicavam ao estudo da esquistossomose. Nesta reunião foi constituído o Programa Esquistossomose da FIOCRUZ. Este encontro teve como objetivo definir as funções dos centros colaboradores, facilitar o intercambio entre os pesquisadores e propiciar uma extensiva discussão sobre as atividades da Fundação relacionadas com esquistossomose. Foi instituído um comitê coordenador do programa formado pelos diretores dos centros regionais e do IOC e designado para coordenador o programa os Drs. Naftale Katz e Omar dos Santos Carvalho como Secretário Geral. O comitê científico na área básica foi composto pelos Drs. Henrique Leonel Lenzi, Mirian Tendler, Rodrigo Correa Oliveira e Zilton Andrade. O comitê científico na área de epidemiologia formado pelos Drs. José Rodrigues Coura, Frederico Simões Barbosa, Otávio Pieri e Luís Rey, enquanto os Drs. Erney P. Camargo, Amaury Coutinho, Aluisio Prata e Heonir Rocha foram escolhidos como consultores externos. Este Comitê tinha como atribuições: definir um programa prioritário de trabalho, identificar áreas deficientes na FIOCRUZ, oportunidades de desenvolvimento, colaborações, avaliar necessidade de recursos, identificando fontes de possíveis financiamentos, realizar julgamento de projetos e programas estratégicos. Foram ainda, estabelecidas metas prioritárias de pesquisa em esquistossomose mansoni. Naquela oportunidade o Presidente da FIOCRUZ liberou uma verba de Cz$5.000.000,00 (cinco milhões de cruzados) para início das atividades do “Programa Esquistossomose”.

    O Dr. Naftale Katz permaneceu como coordenador do programa até 1998 sendo substituído pelo Dr. Otavio Pieri (IOC) durante a realização da 7ª Reunião do Programa Esquistossomose, na cidade de Ouro Preto, MG. Naquela ocasião foi aprovada nova coordenação e periodicidade do mandato de 4 (quatro anos), que ficou assim constituída: Coordenador Geral: Dr. Otavio Pieri, Secretária Geral: Dra. Constança Simões Barbosa, Coordenadores: Drs. Eridan Coutinho (CPqAM), Mirian Tendler (IOC/ENSP), Naftale Katz (CPqRR), Zilton Andrade (CPqGM), Comitê Gerencial constituídos dos diretores do CPqAM (Dr. Alexandre Bezerra Carvalho, IOC (Dr. José Rodrigues Coura), CPqGM (Dr. Mitermayer Galvão dos Reis, CPqRR (Dr. Roberto Sena Rocha), Comitê Científico: Drs. Henrique Leonel Lenzi, Pedro Coura Filho, Carlos Eduardo Grault, Omar dos Santos Carvalho, Cecilia Pereira de Souza, Rodrigo Corrêa de Oliveira, Frederico Abath, José Roberto Machado e Silva, Consultores externos: Drs. Aluízio Rosa Prata, Andrew J.G. Simpson e Mauricio Barreto.

Em 2002, durante a 9ª reunião, o Dr. Paulo Marcos Zech Coelho foi escolhido como coordenador do programa e o pesquisador Omar dos Santos Carvalho como Secretário Geral. Em maio de 2007, foi realizada a 11ª Reunião, na cidade de Ouro Preto, MG. Entre as inúmeras recomendações foi sugerida a mudança do nome do Programa que passou a denominar-se “Programa Integrado de Esquistossomose da Fundação Oswaldo Cruz” (PIDE/FIOCRUZ). Nesta reunião estavam presentes, além de 62 pesquisadores da FIOCRUZ, Dr. Ary de Carvalho Miranda, Vice-Presidente de Serviços de Referência e Ambiente da Fiocruz, e interinamente ocupando a Vice-Presidência de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico e o Dr. Ronaldo Santos Amaral, gerente do Programa Nacional de Controle da Esquistossomose/Secretaria de Vigilância em Saúde/MS. Entre as várias proposições destaca-se a sugestão do Dr. Ary, para que fosse encaminhada uma minuta de portaria, contendo a estrutura do PIDE, para a Presidência da FIOCRUZ. Nesta Reunião foi escolhida a nova coordenação do PIDE para o biênio 2007-2009: Omar dos Santos Carvalho (Coordenador Geral) e Liana Konovaloff Jannotti Passos (Secretária Executiva) Coordenadores Regionais: Naftale Katz (CPqRR), Eridan Coutinho (CPqAM) Zilton A Andrade (CPqGM), Carlos Eduardo Grault (IOC/ENSP) Comitê Científico: Constança Simões Barbosa, Henrique Leonel Lenzi, José Roberto Machado e Silva, José Rodrigues Coura, Míriam Tendler, Otávio Sarmento Pieri, Rodrigo Correa de Oliveira, Virgínia Torres Schall, Wladmir Lobato Paraense. Comitê Externo: Ana Lúcia Coutinho Domingues (UFPE), Aluízio Rosa Prata (UFTM), Edgar Carvalho (UFBA), Ronaldo Santos do Amaral (SVS/MS)

Os pesquisadores do PIDE, durante estes 21 anos, publicaram 910 artigos científicos e 16 capítulos de livros, além da formação de recursos humanos com 64 dissertações e 42 teses defendidas. Foram ainda produzidas 11 publicações:

1 - Souza CP, Lima LC 1997. Moluscos de interesse parasitológico do Brasil. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.

2 - Santos MG 1990. Esquistossomose: é melhor prevenir do que remediar. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.

3 – Katz N, Guerra HL, Marques Junior AM, Carvalho OS 1990. Bibliografia Brasileira de Esquistossomose (disquetes). Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.

4 – Tendler M, Correa-Oliveira R, Parra JFC, Carvalho OS 1996. Quem é quem em pesquisa sobre esquistossomose na FIOCRUZ. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.

5 – Katz N, Carvalho OS 1999. Bibliografia Brasileira de Teses sobre Esquistossomose. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.  

6 – Carvalho OS, Caldeira RL 2004. Identificação morfológica de Biomphalaria glabrata, B. tenagophila e B. straminea, hospedeiros intermediários do Schistosoma mansoni (CD-ROM). Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.

7 – Carvalho OS, Jannoti-Passos LK, Mendonça CLFG, Cardoso PCM, Caldeira RL 2005. Moluscos de importância médica no Brasil. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.

8 – Schall V, Massara, CL, Enk MJ, Barros HS. 2007. Os Caminhos da Esquistossomose. Parte I Dentro do nosso corpo. Parte II No meio ambiente. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. FIOCRUZ.

9 - Carvalho OS, Katz, N. 2008. Bibliografia Brasileira sobre Esquistossomose 1908 – 2007. CD-ROM. Série Esquistossomose, 9. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. Fiocruz. 86 p.

10 - Carvalho OS, Jannotti-Passos, LK, Mendonça LGF, Cardoso, PCM, Caldeira, RL. 2008. Moluscos Brasileiros de Importância Médica. Série Esquistossomose, 10. Belo Horizonte. Centro de Pesquisas René Rachou. Fiocruz. 86 p.

11 - Carvalho, OS, Coelho PMZ, Lenzi, HL (Org). Schistosoma mansoni e Esquistossomose. Uma visão Multidisciplinar. 2008. Série Esquistossomose, 11. Editora Fiocruz. Rio de Janeiro. 1.124 p.

Em decorrência da qualidade dos autores convidados, a obra Schistosoma mansoni e Esquistossomose. Uma visão Multidisciplinar“ constitui uma das mais importantes publicações relacionadas ao tema. Compreende uma extensa revisão sobre o assunto, abrangendo praticamente todas as áreas do conhecimento sobre a doença. Com isso, dá-se continuidade ao estudo dessa parasitose no país, iniciado com as observações do notável pesquisador baiano Pirajá da Silva, em 1908. Participaram da elaboração do livro 78 especialistas de diversas áreas e disciplinas do campo da saúde. Destes, 43 pertencem aos quadros da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Além destas publicações, dez suplementos especiais das Memórias do Instituto Oswaldo Cruz com os trabalhos completos apresentados durante os Simpósios Internacionais sobre Esquistossomose, fazem parte da produção do Programa.

No decorrer das 11 reuniões, foram feitas inúmeras recomendações, sendo que algumas merecem destaque especial: 1) Promover, junto aos órgãos governamentais competentes, a criação de projetos de pesquisas epidemiológica e consultoria em áreas onde se desenvolvem programas de irrigação, construção de hidrelétricas e pólos de colonização humana, a fim de prevenir ou controlar a crescente disseminação da esquistossomose. 2) Levantamento da planta de equipamentos existentes nos diferentes Centros de Pesquisa e aquisição dos seguintes equipamentos para uso comum a serem geridos por grupos de usuários: - FACS – Cell Sorter - Microscópio eletrônico de transmissão e varredura - Seqüenciador e sintetizador de aminoácidos - Equipamento de crio fratura 3) Necessidade da realização do levantamento da prevalência da esquistossomose no Brasil e da percepção da doença, a ser realizado pelos quatro centros colaboradores junto com a Fundação Nacional da Saúde. Pesquisadores do Programa do Instituto Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro oferecem Curso de Especialização em Malacologia de Vetores do Instituto Oswaldo Cruz/FIOCRUZ. Criado em 1994, o Curso é o único na América Latina. Tem como objetivo a formação de recursos humanos em Malacologia Médica, com ênfase no treinamento de profissionais de órgãos governamentais de saúde, biólogos e outros profissionais de áreas afins que atuam em saúde, educação e meio ambiente. Já formou 44 especialistas em Malacologia Médica e das Monografias de conclusão apresentadas, 24 resultaram em publicações.

A Referência em Esquistossomose, regulamentado pela portaria 285/04 de 27/9/2004, conta com quatro serviços credenciados:

1) Centro de Referência Nacional em Malacologia Médica (Laboratório de Malacologia do Instituto Oswaldo Cruz);

2) Referência Nacional para exame e identificação de moluscos do gênero Biomphalaria (Laboratório de Helmintologia e Malacologia Médica do Centro de Pesquisas René Rachou;

3) Referência Nacional para Diagnóstico da Esquistossomose

4) Referência Regional em Esquistossomose (Instituto Aggeu Magalhães).

Estes serviços desenvolvem atividades de assessoria e formação de recursos humanos com cursos de capacitação para profissionais dos serviços de saúde federal, estadual e municipal. Estes serviços de referência ofereceram 34 cursos capacitando 466 profissionais de saúde de quase todos os estados brasileiros.

 Durante os simpósios ocorridos nestes 21 anos houve a participação maciça de pesquisadores e pós-graduandos dos quatro Centros Colaboradores, além de pesquisadores em esquistossomose de outras instituições nacionais. Este Simpósio é o único evento internacional regularmente realizado sobre esquistossomose, contando com grande participação de pesquisadores estrangeiros. Em 2008 foi realizado em Salvador o 11º Simpósio que coincidiu com o centenário da descoberta do Schistosoma mansoni pelo pesquisador baiano Manuel Augusto Pirajá da Silva.

A oficialização do Programa Integrado de Esquistossomose da Fundação Oswaldo Cruz, ocorreu via portaria 201/2007-PR da Presidência da FIOCRUZ assinada, em 30/maio/2007, pelo Dr. Paulo Buss. Esta oficialização era um antigo anseio do grupo e resultado de discussão durante a 11ª Reunião dos Pesquisadores em Esquistossomose da Fiocruz, ocorrida em maio, em Ouro Preto (MG). Além disso, estão sendo dados os primeiros passos para o recredenciamento das unidades da FIOCRUZ, participantes do PIDE, como Centros Colaboradores da Organização Mundial da Saúde.

 O Programa vem promovendo intercâmbio entre os pesquisadores de forma a permitir a realização de trabalhos direcionados a um conhecimento cada vez mais amplo e específico da endemia, obtendo importantes resultados em centenas de trabalhos possibilitando que os pesquisadores venham a trabalhar de um modo mais integrado, formando uma verdadeira rede. Este fato viabilizará uma ação mais rápida e integrada, através da indução do desenvolvimento de estratégias que irão criar condições propícias para os trabalhos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico, ensino e serviço.  Os pesquisadores do Programa vêm sendo acionados para dar suporte aos órgãos de Saúde Pública na complexa tarefa de controlar a esquistossomose mansoni nas diversas áreas endêmicas do país. Atualmente, sete pesquisadores integrantes do PIDE são membros do Comitê Técnico Assessor do Programa de Esquistossomose da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS), com o propósito de reformular suas diretrizes Técnicas. O Programa mantém unidos os integrantes do grupo que estuda esquistossomose dentro da FIOCRUZ visando criar e fortalecer uma rede ativa e dinâmica de especialistas com forte interação entre seus pares. Finalmente, podemos dizer que os pesquisadores do PIDE constituem hoje, seguramente, o grupo mais numeroso e produtivo dentro de uma mesma instituição no Brasil, forte e respeitado pelos pares de outras instituições e/ou organismos nacionais e internacionais. 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • 1ª. Reunião dos Pesquisadores da FIOCRUZ sobre Esquistossomose 1986. pg 77. Belo Horizonte, MG. Centro de Pesquisas René Rachou/FIOCRUZ.
  • 2ª. Reunião dos Pesquisadores da FIOCRUZ sobre Esquistossomose 1988. pg 58. Teresópolis, RJ. Instituto Oswaldo Cruz/FIOCRUZ.
  • 3ª. Reunião dos Pesquisadores da FIOCRUZ sobre Esquistossomose 1990. pg 87. Teresópolis, RJ. Instituto Oswaldo Cruz/FIOCRUZ.
  • 4ª. Reunião dos Pesquisadores da FIOCRUZ sobre Esquistossomose 1992. pg 108. Ouro Preto, MG. Centro de Pesquisas René Rachou/FIOCRUZ.
  • 5ª. Reunião dos Pesquisadores da FIOCRUZ sobre Esquistossomose 1994. pg 131. Ouro Preto, MG. Centro de Pesquisas René Rachou/FIOCRUZ.
  • 6ª. Reunião dos Pesquisadores da FIOCRUZ sobre Esquistossomose. pg 178. Rio de Janeiro, RJ. Instituto Oswaldo Cruz/FIOCRUZ.
  • 7ª. Reunião dos Pesquisadores da FIOCRUZ sobre Esquistossomose 1998. pg 141. Ouro Preto, MG. Centro de Pesquisas René Rachou/FIOCRUZ.
  • Katz N 2006. Twenty years of the Schistosomiasis Programme at Fiocruz. Mem. Inst. Oswaldo Cruz. 101 (suppl. 1): 9-11.

OBS.: estas referências podem ser encontradas no site do PIDE, ativando os “links” Relatórios e Suplementos.

 

Omar dos Santos Carvalho

Coordenador

 

Liana Konovaloff Jannotti Passos

Secretária